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Todos sabemos que as eleições desse ano é atípica, a pandemia trouxe algumas limitações e a renovação no modo de fazer campanha teve que se reinventar, as redes sociais é grande arma desse pleito. Com isso surge o conflito entre a geração Z e os veteranos, acostumados a fazer campanha de modo tradicional.

A Geração Z é a definição sociológica para a geração de pessoas nascidas, em média, entre a segunda metade dos anos 1990 até o início da década de 2010. É a geração que corresponde à idealização e nascimento da internet, em 1990, e cresceu com o "boom" tecnológico. A grande nuance dessa geração é “zapear”, tendo várias opções, entre canais de televisão, internet, vídeo game e smartphones.

As redes sociais, aproxima ainda mais as pessoas, e tem um alcance maior e mais rápido das ideias, no entanto dependendo de como se usa essa ferramenta o “tiro pode sair pela culatra” e trazer um verdadeiro vexame na sua campanha eleitoral.

Os veteranos, principalmente aqueles que tem dificuldade em abrir a mente para o mundo tecnológico, vem de certa forma sofrendo sem o uso dessa ferramenta, além de se gastar mais para alcançar um número expressivo de pessoas para explanar suas ideias, uma rede social bem estruturada para expor seus trabalhos e pretensões, deixou de ser opcional, para quase ser uma obrigação para aqueles que buscam uma vaga nas prefeituras e câmaras municipais.

Então nessa reta final, internautas se preparem para muitas propaganda e postagem aparecendo nas suas redes sociais. Essa é a grande arma desse pleito, com um funil bem feito, pode trazer grandes resultados. Quem usou essa ferramenta da forma correta, tem uma vantagem nessa corrida eleitoral.